sábado, 12 de julho de 2008

Que não seja blefe!


Manilha? Full House? Blefe? Meu nome é Coringa, porra!
Há pouco menos de uma semana para a estréia, o filme do Batman O Cavaleiro das Trevas e o seu vilão é o mais mais falado. Num ano muito bom para os heróis (MARVEL) o que será do cavaleiro das trevas (DC)?
Será que suprirá todas as espectativas? Será que o diretor C. Nolan conseguirá manter digo, esfregar o ambiente de São Paulo, digo Nova York, ops Gothan City fétida em nossas caras? Pelo que dizem os que viram, conseguirá. So be it.
Agora uma coisa com certeza ele conseguiu junto com C.Bale e M. Cane, trazer de volta um herói que por pouco alguns quase estragaram. Agora como todo herói precisa de um grande vilão, e é no Coringa de H.Ledger que aposto as minhas fichas, dado o devido respeito a Jack Nicholson, ele tem bastante persongens para ser lembrado, não precisa ser lembrado como Coringa.
Peguem seus baralhos, tirem seus coringas e que nos encontremos na fila.
Boa briga, digo bom filme!

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

MP3

1,2,3 som! Testando!?!
Qual a diferença entre sair andando pela cidade com um antigo walkman onde só um fone funciona e sair com um mp3 novo?
Ora pois, com walkman pode se dizer que o risco de assalto é menor, sim, pode.
Contudo se tem um outro agravante, esse fone que não funciona, se torna ironicamente funcional, ele não deixa esquecer o som da rua, o som da cidade, o incômodo barulho da vida ou do excesso de desgoverno dela, o que é ruim não é o som da vida, mas qualquer tipo de desgoverno, principalmente o meu, o que me leva a tomar decisões, rumos, que pode me atirar as entranhas esquecidas da cidade ou as coberturas que as esquecem.
Quando escuto uma música automaticamente me volto a lembranças ou ansejos que a mesma me tras, a deixo me carregar a momentos suaves ou deprimentes, a me fazer pensar que a vida por um breve momento de 3 ou 4 minutos é um trailer de um filme que vai estrear nos cinemas.
Tenho o direito de fazer o que bem entender por este curto período de tempo, posso sim pensar que minha vida é um trailer, mas e o período que não tenho controle? E o roteiro que já se desenrolou por 27 anos? O que faço com ele? Deixo ele passar batido sem saber o som do ambiente que vivo? Não, qualquer animal que vive em qualquer floresta, planicie ou qualquer lugar que seja, sabe reconhecer os sons que os cercam, a pergunta que me faço ou que devo fazer é se conheço ou melhor se reconheço alguns sons que me rodeiam? Pois só assim acredito que o meu trailer, se tornará cativante, consequentemente levando algumas pessoas a conhecerem o meu filme.
No momento que escuto o som da cidade me sinto pequeno, jogado aos prédios, para não dizer leões. porém o que me deixa apavorado é não escutar nada nas noites que volto para casa, mesmo com o mp3 desligado.
Quanto a diferença entre sair andando com um ou outro, se você achou que eu fosse dar a resposta, "lo siento", você acha que sei alguma coisa aos 27, os mais sábios morreram sem saber.

Claudio Rosa